Bem-vindo



Escola Básica de Vacariça
 
 

Cantinho da Matemática

 

  Início

  A Nossa Escola

  A Nossa Terra

  Trabalhos

  Contactos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ESCOLA, EFEITOS, ETC

 

 

Ano lectivo 05/06:

 Composição

No dia 12 de Junho foi a festa de encerramento do projecto “Escolas em Movimento”. Partimos da nossa escola às 8:55 para o Centro de Estágios do Luso”.

Quando chegámos corremos à volta do campo e fomos brincar para o relvado até às 10:00.

De seguida começámos as actividades desportivas. A nossa primeira actividade foi livre e nós escolhemos o jogo da “estátua mais bonita deste mês”.

Passado 15 minutos fomos para outras actividades que se chamavam: corrida de jornais, jogo de cangurus e corrida de sacos.

Às 11:00 fomos para as bancadas comer o lanche oferecido pelo Intermarché.

Depois voltámos às nossas actividades, participámos em mais quatro jogos: andebol, varredores, condução de bola com cabeça e bowling com o pé.

A seguir fomos almoçar para as abancadas. Quando terminámos esperámos pelo autocarro e regressámos à escola.

Vacariça, 13 de Junho de 2006-07-26
Cátia Sofia Miranda Cunha

Travasso

O Travasso situa-se na Beira Litoral mais propriamente no distrito de Aveiro, concelho da Mealhada e freguesia de Vacariça.

Existem registos num inventário dos bens da Sé de Coimbra, de meados do séc.XII, em que o lugar de Travasso é referenciado com Travatiolo Villam.

Curioso também e significativo é, sem dúvida, a estadia do bispo de Coimbra D. Raimundo em 13 de Outubro de 1320 , onde proclamou na sua diocese o culto a Nossa Senhora da Conceição.

O Travasso tem (baseado em dados estatísticos de 2001) 183 edifícios, cerca de 154 famílias ou seja de 461 habitantes sendo 73 habitantes menores de dezoito anos.

No Travasso existem alguns vestígios do passado entre os quais uma capela, um fontanário e algumas ruínas.

Rafaela dos Santos Carrilho
 


Recolha de Provérbios sobre agricultura

Quando não chove em Fevereiro, nem bom prado, nem bom centeio.
Em Abril águas mil.
Em Janeiro, cada ovelha com o seu cordeiro.
Em Janeiro, seca a ovelha no fumeiro.
Em Janeiro, um porco ao sol e outro ao fumeiro.
Em Março, esperam-se as rocas e sacham-se as hortas.
Em Novembro, prova o vinho e planta o cebolinho.
Em Outubro sê prudente: guarda pão, guarda semente.
Céu escamado, ao terceiro dia molhado.
Abril frio e molhado, enche o celeiro e farta o gado.
A campo fraco, Lavrador forte.
A água de nevão; a de trovão, em parte dá, em parte não.
Agua e pão, de corrida vão.
Ano de geão, ano de pão.
Ano de muita chuva, ano de pouca uva.
Ano de pouca chuva, ano de muita casca, pouco grão.
Ano de pouca chuva, ano de muita casca, pouco pão.
Ano sequeirão, é ano de pão.
As águas da Ascenção, as palhinhas fazem o grão.
Calma, sol e vento, a segada vem com tempo.
Não choveu até ao S. José, ano de seca é.
o Verão colhe e o Inverno come.
Quando chove e faz sol, alegra-se o gado e o pastor.
Há sol que rega e água que seca.
Trigo acamado, seu dono lavado.
Ano de pouco pasto, de muito rasto.
Maio ventoso, ano rendoso.
Mais vale lavras do nosso ao longe, que o alheio ao perto.
Trigo na eira, pão na masseira. Quem semeia, colhe.
Cada um colhe segundo semeia.
Não há boa terra sem bom lavrador.
Colheitas do ano bissexto cabem todas num cesto.
Ano de linho, ano de vinho.
A azeitona e a fortuna: às vezes muitas; outras vezes, nenhuma.
Tempo frio e enevoado, aduba Alqueva e farta o gado.
Vermelho no mar, põe os bois a lavrar.
Vermelho ao nascente, carrega o burro e anda sempre.
Calma, sol e vento, a cegada vem com o tempo.
Mais faz o ano que o campo bem lavrado.
Ano que entra ao domingo, sequeiro pelo caminho.
Janeiro gear, Fevereiro chover, Março encanar, Abril espigar, Maio engrandecer, Junho ceifar, Julho debulhar, Agosto engavelar, Setembro vindimar, Outubro revolver, Novembro semear, Dezembro deus para nos salvar.
Vento de Suão, seca terra e não dá pão.
Há sol que rega e chuva que seca. Atrás do tempo tempo vem.
Pinheiro que nasce torto tarde ou nunca se endireita.

Alunos do 3° e do 4° Ano da EB 1 de Vacariça
 

voltar ao topo
 

Poemas (ano lectivo 03/04)

 

 O Caldo de Pedra

Um frade sentiu, sentiu
Sentiu um rato a roer
A roer, a roer no estômago
Estômago vazio, vazio, vazio
Vazio e só, ele batia às portas
Portas que se fechavam
Fechavam todas? Não!
Não se fechou uma
uma abriu-se e ouviu-se
ouviu-se o frade murmurar
Murmurar: Caldo de Pedra vou fazer
FAZER AMIGOS que me vão dar
Dar-me tudo o que eu precisar
Precisar para fazer o caldo
Caldo de pedra com água
Água, unto, sal, couves e chouriço
Chouriço que eu comi no caldo de pedra
Pedra que eu lavei e guardei no bolso
Bolso que acolheu a pedra mágica
Mágica e louca é esta HISTÓRIA!

Texto colectivo
4º ano

Flores

Flores a olhar para o céu
Lua cheia ilumina-vos, à noite
Olhares envergonhados, com tanta beleza
Renascem as flores.
Eu amo-vos FLORES.
Sapatos de salto alto vos vou dar um dia.

Texto colectivo
3º ano

Ninhos

Nas árvores eles estão
Imagino-os com ovos
Ninhada de andorinhas
Há flores a enfeitar os ninhos
Olhos a brilhar ao vê-los
Sol aquece-os todo o dia

Cristiana e Marta
4º ano

Cantinho da Matemática

Números Cardinais Números Ordinais
1 1º- primeiro
2 2º- segundo
3 3º- terceiro
4 4º- quarto
5 5º- quinto
6 6º- sexto
7 7º- sétimo
8 8º- oitavo
9 9º- nono
10 10º- décimo
11 11º- décimo primeiro
12 12º- décimo segundo
20 20º- vigésimo
21 21º- vigésimo primeiro
30 30º- trigésimo
40 40º- quadragésimo
50 50º- quinquagésimo
60 60º- sexagésimo
70 70º- septuagésimo
80 80º- octoagésimo
90 90º- nonagésimo
100 100º- centésimo
1000 milésimo


voltar ao topo

 

________________________________________________________________________________________________


Última Actualização: Julho de 2006 (site 03/04)